sábado, 11 de maio de 2013

Poema qualquer



Palavras aleatórias percorrem o papel como manchas
Borradas de saliva de pensamentos desconexos,
cuspidos de uma mente almejante.

Letras embelezam a aurora de um céu azulado
E se perdem no horizonte das quimeras e enleios naturais.
Que caem.
 Sobre a plumas de vertigem
Antecedendo a manhã, fazendo a manhã
Que Conversa.
Espera
Refazer-se fria e oculta.
Dentro de mim. Fora do papel.
Escrita.
(Milly Almeida*  05/03/2013)