‘Stamos perdidos na relva
Em meio a corujas, cupins e tamanduás
Eles cortam, ferem, sangram e não morrem
Consomem todo o ar, o que há,
Enquanto uns veem e voam.
Outros consomem seus feitos
Surgem de fino,
Mas tiram o grosso! Os leitos
Suas figas, seus neurônios e cupins
Fraca, puro concreto.
A madeira se desfaz sangrenta
Sobre a floresta que geme o estrume de vidas
Que existe, mas morre vivendo.
São restos de esperma e óvulos de vento
Pingos de leite que se deleitaram em teu seio
Fermentam. Não ‘a’. Aspiram pútridos desejos
São cobras, corvos
Mortos. Percevejos.
